Um imigrante venezuelano sem documentos, identificado como Ronny Chrinos, foi detido pela polícia secreta americana nas imediações da residência presidencial. Ele estava em um carro roubado com armas e confessou que ouviu vozes ordenando que ele assassinasse o presidente Donald Trump.
O Serviço Secreto dos Estados Unidos prendeu, no entorno da Casa Branca, um imigrante venezuelano sem documentos que confessou ter a intenção de matar o presidente Donald Trump. A informação foi confirmada nesta sexta-feira por um comunicado oficial do Departamento de Segurança Interna (DHS).
Ronny Chrinos foi capturado na quinta-feira, quando agentes de segurança se aproximaram do seu veículo nas proximidades da residência presidencial. De acordo com a nota oficial, durante o interrogamento, o imigrante alegou que foi influenciado por alucinações. Ele declarou que ouviu vozes que o comandavam a cometer o assassinato contra o mandatário norte-americano.
- O suspeito estava dirigindo um veículo que tinha sido furtado anteriormente.
- Ao vistoriar o carro, a polícia encontrou três armas de fogo.
- Foram apreendidos também dezenas de cartuchos de munição.
- Chrinos teria entrado ilegalmente nos EUA em março de 2024, pela fronteira com o México.
- A segurança da Casa Branca foi reforçada durante o segundo mandato de Trump.
Detalhes da prisão e antecedentes do suspeito
O veículo utilizado por Ronny Chrinos na tentativa de se aproximar da área restrita era roubado. Ao abordarem o carro, os agentes do Serviço Secreto realizaram uma revista completa e descobriram o arsenal escondido no interior do automóvel. A combinação de estar em um veículo furtado, possuir armas e ter confessado a intenção homicida resultou na detenção imediata.
O histórico migratório do suspeito também é um ponto central da investigação. As autoridades indicam que Chrinos não possuía permissão legal para permanecer no país. Ele teria cruzado a fronteira sul, na divisa com o México, de forma clandestina no início de 2024, especificamente no mês de março.
Reforço de segurança e contexto no mandato
A prisão ocorre em um momento de heightened vigilância. As medidas de segurança no perímetro da Casa Branca foram significativamente reforçadas ao longo do segundo mandato de Donald Trump. Não é o primeiro incidente da natureza a acontecer na região; episódios semelhantes foram registrados na mesma área nos últimos dois anos, o que levou à intensificação dos protocolos de proteção.
O caso levanta novamente as questões sobre a segurança interna e a proteção de líderes globais, além de destacar a atenção redobrada às fronteiras e ao controle de imigração nos Estados Unidos durante a atual administração.


Casa Branca, residência presidencial nos Estados Unidos





